quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Papa condena Teologia da Libertação e bispos repercutem

*** Fico preocupado quando vejo um reacinário dominando mentes submissas que não são capazes de refletir e contestar, embora a aceitação das idéias exdrúxulas e dominadora do Ratzing são apoiadas pelo clero, pelos seus interesse eclesiais e financeiros.
Fico muito preocupado quando vejo notícias, onde parece normal que o ER seja "dominado" por denominações eclesiásticas, quando sabemos que a LDB 9.033, trata do ER, como instrumento educativo sob o ponto de vista das Ciências da Religião e a sua abordagem deve ser sobre o fenômeno religioso, ou seja umbanda, quinbanda, candoblé, budismo, xintoísmo...,
Como podemos respeitar a religião do outro, se queremos imprimir no mundo - escolas - uma cultura cristã?
Fico muito preocupado quando vejo que a expressão: "sucessor de Pedro", ainda ressoa forte. Todos nós sabemos que Pedro não deixou sucessor algum.
Penso que está na hora de Re-Formar a Reforma. O mundo está precisando de Protestantes que Potestem verdadeiramente. Sou Ecumênico, mas começo a pensar que talvez o Ecumenismo tirou a força do Protestantismo. Precisamos levantar as nossas vozes. Estou levantando a minha...


Papa Bento XVI incentivou bispos a evangelizar

Em discurso dirigido aos bispos dos Regionais Sul 3 e 4 (RS-3 e RS-4) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Bento XVI condenou os "princípios enganadores da teologia da libertação" (TL).
Na tarde desta quarta-feira, 10, o noticias.cancaonova.com conversou, por telefone, com os presidentes dos Regionais. Os bispos brasileiros ainda estão em Roma (Itália) e destacam que os encontros com o Papa redobram o ardor no trabalho da evangelização.
"O Santo Padre destacou o abuso, em alguns setores da Igreja, daqueles que insistem em fazer uma análise do Evangelho a partir de elementos marxistas", analisa o presidente do RS-4 e arcebispo de Florianópolis (SC), Dom Murilo Krieger.
Já o presidente do RS-3 e bispo de Rio Grande (RS), Dom José Mário Stroher, complementa que "o discurso do Papa destaca a necessidade de uma evangelização legítima, que não se deixe levar por outras análises".
Bento XVI disse, no sábado, 5, que as sequelas da TL são "mais ou menos visíveis feitas de rebelião, divisão, dissenso, ofensa, anarquia fazem-se sentir ainda, criando nas vossas comunidades diocesanas grande sofrimento e grave perda de forças vivas".
A última visita ad Limina dos bispos brasileiros neste ano começou no dia 27 de novembro e acaba nesta quinta-feira, 10, com a visita aos Pontifícios Conselhos para a Unidade dos Cristãos e das Comunicações Sociais.


Destaque para ensino e formação religiosa

Das conversas e encontros com o Papa Bento XVI, os presidentes dos Regionais destacam que o Pontífice deu ênfase aos temas vinculados à formação dos seminaristas, acompanhamento do clero e ao ensino religioso.
"Nesse sentido, os padres e paróquias devem ser uma presença viva nas escolas, inclusive públicas, sempre respeitando a crença de cada aluno", explica o presidente do RS-3. O papel dessas instituições católicos seria crucial para a formação de uma cultura cristã.
Bento XVI ainda teria apontado a necessidade de fazer com que as dioceses permaneçam em estado contínuo de missão, despertando a cosnciência de que cada batizado deve ser missionário em seu próprio ambiente.
O sucessor de Pedro também teve atenção especial com as realidades concretas e desafios da Igreja no Brasil.
"O Papa nos acolheu como quem recebe um irmão e se mostrou preocupado com o relativismo e a secularização. Também incentivou o trabalho vocacional e a atenção aos jovens", complementa Dom Murilo.
O presidente do RS-4 explica que um desejo do episcopado brasileiro pode ser correspondido pelo Papa e a Cúria Romana.
"No Pontifício Conselho para os Leigos, ficamos com a impressão concreta de que a próxima Jornada Mundial da Juventude pode ser em nosso país", indica.

Leonardo Meira
Da Redação
Quinta-feira, 10 de dezembro de 2009, 15h08
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FONTE: PORTAL CANÇÃO NOVA
http://noticias.cancaonova.com/
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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Palestra ressalta valores aos educadores

Ontem, 130 pessoas participaram da palestra de encerramento da etapa 2009 do programa Diário na Escola, proferida pelo diretor da Escola de Teologia da Universidade Mackenzie

Hermisten Costa: nas escolas, a ideia da formação não é colocada de forma objetiva aos professores

“Educar para quê? Reflexões sobre educação, cultura e ética”. Foi o tema da palestra proferida pelo diretor da Escola Superior de Teologia da Universidade Mackenzie, de São Paulo, Hermisten Maia Pereira da Costa, ontem à tarde, no encontro de encerramento da etapa 2009 do Programa Educacional O Diário na Escola.
Graduado em pedagogia, filosofia e teologia, Costa é mestre e doutor em Ciências da Religião e falou a uma plateia formada por profissionais da educação e participantes do programa sobre um assunto considerado de extrema importância pelos cerca de 130 presentes, a exemplo de Amália Bovolin, supervisora educacional da Escola Nunicipal Vitor Beloti, de Maringá. “A palestra abordou algo que é essencial para o educador, que é pensar sobre o resultado do trabalho, ou seja, o cidadão que está sendo formado”, diz ela.
Segundo Costa, é preciso enxergar o educando como um sujeito ativo no processo educacional. “Nossos alunos não são mármore”, disse. No dia a dia das escolas, na avaliação do pedagogo, a ideia da formação não está posta de maneira clara para os professores. “Será que a escola está pensando no homem e mulher que deixarão os bancos escolares para assumir seus papéis na sociedade?”, questionou.
Para a professora Amália, ouvir uma palestra em que os valores morais e éticos são valorizados se assemelha a resgatar em ‘gavetinhas’ profundamente guardadas as crenças que construíram o cidadão que hoje está na sala de aula.
“Explicamos aos alunos sobre os malefícios da corrupção para a sociedade, mas nos esquecemos de que dentro da nossa própria casa assumimos condutas tão reprováveis quanto”, reconhece ela. Nas palavras de Costa, a realidade é vista pelo cristalino e o difícil é enxergar o próprio cristalino.
A difícil relação entre alunos e professores, cada dia mais acentuada, foi resumida pelo pedagogo como o reflexo da sociedade. “Não há uma escola em paz se a sociedade está em guerra. A escola trabalha para mudar a sociedade, mas sozinha ela não conseguirá resultado nenhum. O trabalho social deve ser completo e oferecer saúde e segurança, entre outros direitos.”
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FONTE: O DIÁRIO DO NORTE
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*** Concordo com Dr. Hermisten em cada frase dita. Principalmente sobre as questões Sociais, quanto a Saúde e a Segurança.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

O Neo Pentecostalismo e a Renovação Carismática Católica


Neopentecostalismo: mercado a partir da fé
Podemos perceber que igrejas, nos tradicionais cultos e até nas missas, vêm rompendo com o silêncio, a meditação e a espiritualidade para se ater aos gritos e discursos que utilizam mais a figura de demônios do que a proposta do amor de Deus. Em tempos de globalização e exclusão social, torna-se propícia a revitalização de demônios e a confecção de milagres. Assim, podemos entender a opção por sistemas religiosos mercadológicos e midiáticos. É um modelo eclesial copiado do neopentecostalismo norte-americano. Nesse modelo, o batismo pelo Espírito é o âmago da experiência do crente. O neopentecostal é aquele que foi batizado no Espírito, transbordando a graça recebida, sendo muitas delas em dinheiro e/ou prosperidade.

O movimento neopentecostal nos Estados Unidos começou por volta de 1890, quando o pastor Daniel Awrey, em Delaware, Ohio, já reunia fiéis em cultos caracterizados como neopentecostais. Em 1900, no Estado de Tenesse, ocorreu uma concentração com centenas de adeptos. Um encontro com grande público teve lugar em Los Angeles em 1906 e, a partir daí, o movimento espalhou-se nos EUA.
Em 1967, por iniciativa de professores da Universidade de Duquesne, pequena cidade nos arredores de Pittsburgh, nos Estados Unidos, surge a Renovação Carismática, reproduzindo a experiência neopentecostal na Igreja Católica. Mas a confirmação do movimento veio em 1973, em Gottaferrara, perto de Roma, quando os participantes do primeiro congresso de lideranças de 34 países do neopentecostalismo católico ouviram do Papa Paulo VI o seguinte pronunciamento: “Estamos sumamente interessados no que estais fazendo. Ouvimos falar muito sobre o que acontece entre vós e nos regozijamos”.
No Brasil, a Renovação Carismática Católica foi importada pelos padres jesuítas em 1972, se espalhando por todo o território nacional, pregando um proselitismo mercadológico e anulando as Comunidades Eclesiais de Base, seguidoras da Teologia da Libertação. A direção da Renovação Carismática Católica é o International Catholic Charismatic Renewal Office, que funciona em Roma. Na América Latina, a sede está em Bogotá, Colômbia.
Do ponto de vista teológico, a Renovação Carismática nada acrescenta ao catolicismo. Assim, afirmamos que ela nada possui de original. A Renovação Carismática não é o primeiro movimento revitalizador da história da Igreja. Sabe-se que nos momentos de crises, sejam elas de ordem social, política, econômica, existencial ou eclesial e ou em fins de milênio, são inevitáveis as buscas pelo metafísico e ou soluções imediatas. Dessas crises resultam movimentos que esperam no céu o que na terra parece impossível, exceto as “sacolinhas”! Nesse modelo eclesial, se usa sem escrúpulo, o nome de Deus em tudo, principalmente para multiplicar dinheiro!

CÉLIO RIBEIRO
PADRE E PROFESSOR
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Fonte: Jornal de Santa Catartina
http://www.clicrbs.com.br
08/12/2009
N° 11805
ARTIGO
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*** Falar que o Neo-Pentecostalismo é um mercado a partir da fé, é a mais pura verdade. Chega ser um capitalismo selvagem dentro das denominações protestantes evangélicas. Hoje sou pastor acadêmico, mas já fui "reverendo" na IIGD e pastor auxiliar em uma igreja batista "renovada", que adotou a doutrina maligna denominada como visão celular, ou igreja em células, que reproduz a "doutrina da maldição", de cunho pentecostal, e o cancro maldito denominado como "teologia da prosperidade". Deixei esse atrasos de vida para trás e hoje sou apenas cristão protestante reformado.
Conheço a renovação carismática católica bem de perto e de dentro. Estive muitos anos envolvido e vivenciando a fé católica dentro da rcc, servindo, pregando, louvando e adorando o Senhor Jesus, por isso e muito mais, posso dizer - não academicamente - com muita propriedade que a rcc não pratica a doutrina mercadológica da exploração financeira como nas denominações "evangélicas".  A rcc não é capitalista selvagem como essas denominações  e não multiplica dinheiro em nome de ninguém, muito menos de Deus ou de Jesus.  - salvo pedidos de doações para a construção da canção nova. A renovação carismática católica não é inescrupulosa financeiramente e nem abusa das "sacolinhas".

A rcc possui muitos enganos bíblicos e teológicos, mas não peca em relação ao dinheiro.

Discordo do padre Célio Ribeiro, quando o mesmo diz que  a rcc não acrescenta nada à igreja católica. A rcc acrescentou e continua acrescentando muito ao catolicismo romano. A rcc deu vida e movimento à igreja católica, e, quanto ao barulho o autor tem toda razão, mas a rcc ainda para e silencia para contemplar e escutar Deus. Quanto a Teologia da Libertação, nada, nunca vai apagar o seu brilho. A TL conquistou o seu espaço e está profundamente enraizada, e nem mesmo o Ratzing com o seu teologismo reacinário, não vai coseguir abafar a Teologia da Libertação.  A TL tem seguidores e defensores até mesmo dentro do Protestantismo Histórico Reformado, e todo  Teólogo verdadeiro sabe disso.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Papa critica disseminação da teologia da libertação no Brasil


*** É lamantável a atitude reacionária e irrevogável do Ratzing. Quando prefeito da santa sé, ele perseguiu a Teologia da Libertação, e o seu ícone máximo no Brasil, Leonardo Boff. Aliás o Boff é um icone não só da Teologia da Libertação, mas da Teologia em todo o mundo. Na América Latina, Leonardo Boff divide a honra com nomes como Henrique Dussell, entre outros. Boff é muito respeitado no mundo inteiro, inclusive entre os Teólogos Protestantes. É possivel que o Ratizing esteja muito preocupado com o evento que vai acontecer no Brasil e paralelamente no mundo inteiro, que é o Forum Mundial Social, que vai abrigar inclusive um Forum de Teologia da Libertação entre os dias 26 e 28 de Janeiro de 2010, na Bahia.

Não adianta! o Ratzing pode fazer o que quizer. Ele jamais conseguirá calar a voz profética de Leonardo Boff, e dos Teólogos da Libertação.
Os Teólogos da Libertação são Profetas - os profetas no A.T., eram aqueles que denunciavam as injustiças sociais, e "colocavam o dedo no nariz" dos poderosos, fossem eles, Reis ou Sacerdotes.
A Teologia tem que ser Libertadora. Por isso devemos Teologizar. Teologizar para Libertar! A Teologia tem que se ocupar e se preocupar com as questões Sociais e Antropológicas. Isso inclui a exploração do forte contra o fraco, as questões trabalhistas, a excluidade social, racial, religiosa, educacional, econômica, sexual, artística, cultural...
Ratzing nasceu e viveu na europa. Não conhece a realidade da pobreza e da miséria Latino Americana, e do terceiro mundo. É retrógado e reacinário em seu teologismo. Ele pensa que é dono da igreja e dos cristãos, se julga o guardião da "reta doutrina". A "reta doutrina" do Ratzing, é uma doutrina cruel, pois enquanto ele tem tudo, os pobres não têm nada. Ele não entendeu a proposta Evangélica de Jesus. Faça o que fizer, ele está derrotado, pois a Teologia da Libertação está aí, veio para ficar e jamais será extirpada. Ninguém, nem mesmo o "todo poderoso" romano conseguirá apagar a luz que emana da Libertação, nem dentro do catolicismo, quanto mais fora da igreja romana. Penso que que a Teologia da Libertação tem brilho próprio, que jamais se apagará. Ela é um instrumento forte e poderoso contra as injustiças socias e contra a alienação espiritual, pois Deus está presente no mundo e em sua criação. Ela pode ser também um instrumento muito poderoso cntra um cancro malígno chamado de "TEOLOGIA DA PROSPRERIDADE", que está desfigurando o envangelho - a mensagem - de JESUS. Se o Ratzing vivesse no Brasil, e pudesse ver o estrago que a teologia da prosperidade está fazendo no cristianismo, inclusive entre alguns católicos romanos, talvez mudasse de idéia, com relação à Teologia da Libertação rapidamente - ou quem sabe, correria na frente do EDIR MACEDO e de ROMILDO RIBEIRO SOARES (R. R. Soares), entre outros, e assumiria ele mesmo esse cancro maldito, e tomaria posse do mesmo para si.
A Teologia da Libertação incomoda os ricos e poderosos - não tenho nada contra os ricos e os poderosos, aliás não há nenhum problema em ser rico e poderoso, desde que não usemos o nosso poder e o nosso dinheiro para oprimir o outro. Pelo contrário, o rico e poderoso deve colocar essas ferramentas que possui, à seviço daquele não tem os mesmos privilégios. A isso chamamos justiça social, e, distribuição justa da renda.
A Teologia da Libertação incomoda também aos exploradores e gananciosos, aos hipócritas, e aos opressores, ela incomoda profundamente os que possuem um caráter malígno, aos dissimulados e enganadores, e incomoda muito aos alienados teológicos. A Teologia da Libertação é feita para o povo e com povo, pelos Teólogos, atentos para as necessidades da humanidade.  O fanático religioso que só pensa nas "coisas lá do céu" não consegue compreender nem alcaçar a Teologia da Libertação. O alienado teológico a despreza,  e ela jamais irá servir aos que usam os homens como escravos da sua ganância e maldade.
- Onde o RATIZING se encaixa?

A TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO, É TEOLOGIA SOCIAL!




Bento XVI recebeu hoje no Vaticano um grupo de bispos brasileiros e lamentou que nas escolas e universidades do país ainda estejam presentes "os princípios enganosos" desta corrente

CIDADE DO VATICANO - O papa Bento XVI lamentou neste sábado que nas escolas e universidades brasileiras ainda estejam presentes os "princípios enganosos da teologia da libertação", e pediu "aos que estão atraídos, implicados e tocados" por ela que retornem à "via reta da doutrina".
Segundo o Pontífice, que recebeu no Vaticano um grupo de bispos brasileiros, as escolas não são de propriedade dos teólogos críticos, mas da Igreja Católica.
Bento XVI retomou algumas das indicações que ele mesmo já havia feito quando era Prefeito da Congregação para a Fé no documento "Liberatis Nuntius", de agosto de 1984.
No texto, o Papa chamava a atenção para "os perigos de uma apropriação sem críticas, feita por alguns teólogos, de teses e metodologias provenientes do marxismo".
A teologia da libertação é uma corrente desenvolvida primeiramente na América Latina que incorpora questões sociais e teorias, algumas de inspiração marxista, para defender um papel mais ativo da Igreja Católica na luta contra a pobreza e pela libertação das populações menos favorecidas.
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Fonte: Agência Ansa 
Publicação: 05/12/2009 12:33
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domingo, 6 de dezembro de 2009

Educação em Tempo Integral - Comentário



Hoje em dia temos ouvido falar muito em Mais Educação, Escola Aberta, Programa de Erradicação do Trabalho Infantil - PETI e inclusive no PROGRAMA DE EDUCAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL, também conhecido como ESCOLA de TEMPO INTEGRAL. Bem, o que significa tudo isso? Na prática isso significa que todos esses programas formam uma rede de interação escolar com o objetivo de manter as crianças mais tempo nas escolas evitando assim o contato dessas crianças com a exploração sexual, a exploração pelo tabalho, o submundo das drogas, da prostituição e da criminalidade generalizada, ou seja: é a tentativa de resgatá-las de uma situação de risco social. Mas é somente isso? Não! Esses programas visam também erradicar a EVASÃO ESCOLAR, a interação da comunidade com a escola, a interação da escola com as famílias do educando, entre outros objetivos.... Alguém poderia perguntar: Está dando certo? Bem, não sou nenhum expert no assunto, mas posso dizer algumas coisas à esse respeito, partindo da minha vivência (empírica e ACADÊMICA) com tudo isso, pois fui supervisor do programa Escola Aberta e sou Educador Social no PROGRAMA EDUCAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL da Prefeitura da Vitória/ES, e como Bacharel em Teologia - especializando-se em Teologia da Educação e Teologia Social - sou um ávido pesquisador do assunto. Se essa pergunta for feita para um expert, ou para alguém que trabalha nessa área, é necessário que o mesmo seja um Cientista Social isento de qualquer compromisso financeiro e ou politico com qualquer governo, partido político ou governante, e que tenha se debruçado sobre o assunto, ou que, mesmo sendo um Educador, não tenha medo de perder o emprego, não tenha medo de se "queimar", que não tenha medo dos "inimigos" dentro da escola, que não tenha medo do "inimigos" que se levantarão contra ele(a) dentro da secretaria de educação, e que também não entre em desespero só de imaginar a possibilidade de responder a algum inquérito administrativo; - Pelo que tenho acompanhado e pesquisado, a Escola em Tempo Integral tem dado certo no sul do País: Rio Grande do Sul, Paraná e santa Catarina, com destaque maior para o Rio Grande do Sul que, hoje é o principal PARADÍGMA de Escola de Tempo Integral no país - aliás, o Rio grande do Sul tem o maior e melhor MODELO DE EDUCAÇÃO DO PAÍS em todas as disciplinas, mas principalmente em ENSINO RELIGIOSO - também em Minas Gerais, as coisas têm caminhado com certa satisfação ( por isso, os artigos abaixo, trancritos, são dessas regiões, com excessão de Vitória/ES, que é a minha realidade).


A REALIDADE EM VITÓRIA-ES

No artigo abaixo onde são apresentados os objetivos e os números financeiros para a manutenção do programa em Vitória, não passam de uma CORTINA DE FUMAÇA, os numeros são para o ano de 2007, quando a Prefeitura iniciou o programa como projeto piloto, e falam em 200 milhões de reais. Nessa época o programa funcionava na sede que era ocupada anteriormente pelo colégio Americano Batista, no centro da cidade, com um núcleo para atendia cerca de meia duzia de escolas. Ainda hoje (2009), funciona no mesmo local esse mesmo núcleo que é chamado de "Polo Americano", e o Programa hje contempla cerca de mais trinta escolas da rede Municipal, e cada escola comtempla 80 educandos, e a renda percapita é de R$ 0,59/dia. As equipes que desenvolvem os trabalhos com os educandos são compostas por cinco pessoas: Coordenador(a), que obrigatóriamente tem que ser professor(a) da rede Municipal efetivado(a), e que supostamente deveria fazer 40 horas de trabalho, semamais, ou seja, 8 horas por dia - com uma hora de almoço - o mesmo deveria entrar as 8h e sair as 17h e receber por duas cadeiras. O Educador social é "terceirizado". Contratado por uma empresa sem fins lucrativos, não precisa ter curso superior - ensino médio basta - e recebe por 6 horas trabahadas (das 7h as 13h), R$ 700,00/mes. O Estágiário (geralmente mulheres, embora tenha homens estagiando) - de qualquer curso superior - trabalham 4h/dia das 7:30h as 11:30h, são contratados diretemente pela Secretaria de Educação - SEME, e recebem R$ 440,40/mes. Portanto a equipe deveria funcionar assim: Um Coordenador em tempo integral, um Educador Social e Um Estagiário pela manhã, e Um Educador Social que deveria entrar as 12h e deveria sair as 18h, e um Estagiário que entra as 13:30h e sai as 17:30h. Porque estou falando de INIMIGOS, MEDO, e coisas aparentemente sem sentido? Porque estou grifando as palavras, e usando palavras como: SUPOSTAMENTE, DEVERIA... Porque estou detalhando horários e salários? Por que tudo isso influi no resultado final e na qualidade do trabalho.  

RESULTADO E QUALIDADE DO TRABALHO EM VITÓRIA
(continua na semana que vem)

sábado, 5 de dezembro de 2009

EDUCAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL - Parte 2


Maio/1999
Edição 02



Refeitório escolar onde são servidas 4 refeições ao dia

Investindo 40% do orçamento municipal em educação, a prefeitura de Pato Branco(Pr), conseguiu índices de aproveitamento comparados aos de países desenvolvidos. No ano passado, a evasão escolar foi nula e o índice de aprovação de 99,15% nas crianças matriculadas de 1ª à 4ª séries, num universo de 12.457 alunos.
A proposta lançada em 1996, pelo ex-ministro Alceni Guerra, atual prefeito da cidade, previa adoção da educação em tempo integral ao longo de 10 anos (1997-2007). O projeto entusiasmou os professores e, em apenas um ano, todas as escolas municipais foram transformadas para atender as crianças em dois turnos recebendo 4 refeições por dia e um conjunto de atividades extra classe, que vão desde a implantação de hortas às aulas de xadrez e balê.




" A evasão escolar no ano passado foi nula e
não temos um menino de rua em Pato Branco"


O projeto implantado em Pato Branco, na escola de tempo integral, completa o tempo necessário para preparar o verdadeiro cidadão, abrindo espaço para conteúdos e matérias até agora pouco oferecidos pelo ensino regular. Assim, um dos períodos continua reservado para o currículo principal e outro para atividades que valorizam o desenvolvimento geral e a vivência em grupo, adaptando as crianças mais fácil e adequadamente aos desafios da modernidade. "A educação em tempo integral é um importante pilar para construção da nova sociedade com grande desenvolvimento humano, social e econômico, e está preparando os grandes responsáveis pela continuidade deste processo de transformação", ressalta Ana Séres Trento, Secretária Municipal de Educação.



Atividades extracurriculares
formam a integração das crianças

O conceito de educação integral implantado em Pato Branco difere das demais experiências já desenvolvidas, pois procura adequar o espaço físico existente às novas propostas de ensino. Na totalidade das escolas existe apenas um CAIC - Centro de Atenção Integral à Criança; no entanto, todas as escolas municipais têm a proposta interna de um CAIC, sem ter necessariamente as condições estruturais do mesmo. Ou seja, procurou-se adaptar e utilizar todos os espaços existentes na própria escola ou na comunidade. Antes e após o almoço, transforma-se o refeitório, que muitas vezes é o próprio hall da escola, ou os corredores, em locais para a realização de projetos.
O ponto forte no sucesso da Educação em Tempo Integral, está baseado na participação da comunidade. Empresários colaboram doando materiais para reformas nas escolas e adotando professores para que fiquem em tempo integral à disposição das crianças. Numa espécie de mutirão os pais participam das ampliações e/ou pinturas dos prédios. Casas próximas das escolas são alocadas. Entidades religiosas, associações e clubes de serviço cedem parte de suas dependências para o desenvolvimento dos projetos.




É uma parceria entre empresários, comunidade,
professores que viabiliza o ensino integral


Múltiplas atividades
No Projeto Educacional adotado pelo município, um conjunto de atividades extracurriculares foi implantado, o que possibilita um total aproveitamento do tempo na escola. "Hoje não temos uma criança fora da escola e desafiamos quem encontrar um menino ou menina de rua na cidade", ressalta o prefeito de Pato Branco. O projeto envolve ensino de informática, inglês, arte culinária, dança, musicalização, xadrez, artesanato, leitura, esporte e recreação, teatro, centro de promoção humana infanto juvenil, aulas de leitura, matemática, português e educação no trânsito.





No segundo período as
crianças desenvolvem atividades especiais

A proposta de ensino integral consome praticamente todo o orçamento municipal disponível, adianta o prefeito Alceni Guerra. "A formação de nossas crianças não tem preço; o que queremos é construir um cidadão capaz de enfrentar os novos desafios de um mundo globalizado", afirma ele, ao apresentar os números atuais do projeto.
Segundo dados da Secretaria Municipal de Educação atualmente são servidas mais de 282 mil refeições por mês entre os 4.872 alunos do ensino fundamental; 1.558 em educação infantil; 120 com educação especial; 5.712 alunos da rede estadual; e 194 do projeto de alfabetização de jovens e adultos.
O turno integral nas escolas da rede pública vem contando com o apoio dos empresários da cidade que adotaram os professores, complementando os salários para dedicação exclusiva ao projeto 8 horas diárias e 200 dias por ano. "Os professores estão em constante atualização aperfeiçoando seus conhecimentos com modernas e eficientes técnicas pedagógicas", adianta a Secretária de Educação do município, Ana Séres Trento.




Estamos procurando a qualidade máxima nos
serviços públicos, meio ambiente, família e pessoa humana



A prefeitura de Pato Branco implantou juntamente com o Projeto de Educação Integral um conjunto de atividades voltadas à comunidade, tendo sempre como referência a escola. Desta forma foram criados os núcleos de qualidade. Uma estrutura municipal descentralizada construída junto às escolas, funcionando como um espaço de apoio à comunidade local, com objetivo de aumentar a qualidade de vida da população, através da prestação de serviços, informações e treinamento para a qualidade total. Esses núcleos são responsáveis por atividades como melhorias nas escolas, nas casas, ruas e bairros, inclusive com plantio de árvores, limpeza de rios e córregos e educação ambiental, entre outras atividades. Está sendo criada uma consciência de que o município é de cada um e todos terão sua parcela na melhoria.
Alceni Guerra explica que a adoção do sistema de tempo integral nas escolas da rede pública, possibilitou o desenvolvimento de uma série de atividades e projetos que visam formar o cidadão e melhorar a qualidade de vida. "São ações visando a incorporação de estilo de vida saudável, condutas de baixo risco e a compreensão de que a saúde não é só a ausência de doenças mas, especialmente, o resultado de condições adequadas de saneamento, habitação, educação, geração de renda, alimentação, segurança, cultura e lazer entre outras", avalia o prefeito de Pato Branco. "Nos 30 núcleos de qualidade estamos empregando quatro novos conceitos de vida nas comunidades. A qualidade máxima na pessoa humana, nas famílias, no meio ambiente e nos serviços públicos", diz Alceni Guerra.




Estamos formando cidadãos para o futuro,
integrados a um novo conceito de educação


O Projeto de Educação Integral da cidade de Pato Branco está baseado em um programa mais amplo que envolve diversos setores da sociedade. Está havendo uma antecipação às novas exigências do mercado, face ao processo acelerado de globalização, onde algumas cidades do Brasil elaboram projetos de desenvolvimento buscando alternativas para o crescimento econômico de sua região.
Neste contexto, lançou-se uma estratégia baseada em três pilares: o do conhecimento e tecnologia, desenvolvimento econômico, e qualidade de vida. No plano do conhecimento o grande passo foi a transformação no sistema público de ensino. Na área de tecnologia foi implantado o Centro Tecnológico e Industrial do Sudoeste, com laboratório de pesquisa e desenvolvimento em parceria com o governo do Estado e outros órgãos afins. Na área da qualidade de vida o trabalho é integrado nos setores de saúde, educação, esporte, cultura e lazer. As intervenções urbanas são feitas com base em projetos globais que procuram pensar a cidade como um todo e não parcialmente.
O coroamento deste projeto chamado de Tecnópole (do grego teknhé-aptidão, artes, técnica; e polis-cidade), é a região cuja economia depende de forma significativa de sua capacidade científica e tecnológica e da produção de bens industriais e serviços e que promovam, em especial, mediante a inovação, as condições necessárias para vencer os desafios trazidos pela sociedade do conhecimento.
Dentro desse conceito, explica o prefeito de Pato Branco, estamos viabilizando projetos regionais de desenvolvimento econômico baseados no uso intensivo da tecnologia e no desenvolvimento harmônico entre cidade e meio ambiente.
Projeto semelhante ao que está sendo executado em Pato Branco, vem sendo desenvolvido nas cidades de Caxias do Sul (RS), Barretos (SP), Uberaba (MG), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), onde a estratégia de desenvolvimento procura agregar valores regionais. O mesmo projeto já foi executado com sucesso em cidades da Europa, Estados Unidos e Japão.



São servidas mais de 282 mil refeições por
mês para 12.457 crianças


"A proposta não se consolida em apenas um mandato, mas a longo prazo; a transformação do perfil econômico decorre de investimentos em conhecimento e tecnologia para fortalecer a economia existente (comércio, serviços, indústria e agricultura) e consolidar uma nova base econômica, de vanguarda, centrada na tecnologia, com alto valor agregado, empregando mão-de-obra local", finaliza Alceni Guerra.

EDUCAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL - Parte 1

 
 Educação em tempo integral

em 07/08/2007

DADOS GERAIS

Gestão:
Prefeitura de Vitória
Município: Vitória
U.F.: Espírito Santo
Prefeito: João Coser
Período do mandato: 2005-2008

Projeto/programa/assunto: EDUCAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL

Objetivo da política pública:
Garantir assistência integrada aos alunos de risco pessoal e social visando a constituição de uma rede de proteção e acompanhamento às crianças e adolescentes envolvidos no Programa.

Resultados esperados / atingidos:
1.Efetiva integração das 10 Secretarias sociais do governo objetivando a garantia da rede de proteção às crianças e adolescentes envolvidos;

2.Melhoria efetiva da aprendizagem das crianças e adolescentes envolvidos;

3.Revisão das práticas escolares de exclusão desses alunos por práticas que possibilitem a integração e permanência dos mesmos nas Escolas de origem.
Segmento da população contemplado: Crianças e adolescentes incluídos nos critérios de risco social, definidos no projeto.

Recursos previstos / utilizados: recursos da Secretaria da Educação, cujo orçamento estimado para 2007 é de 200 milhões.

Resumo: O Programa Educação em Tempo Integral é assumido pelo governo municipal de Vitória, envolvendo as 10 secretarias da área social e coordenado pela Secretaria municipal de Educação. O Programa Educação em Tempo Integral tem como pressupostos:

1.A universalização do acesso ao ensino fundamental e garantia da permanência, com qualidade;

2.A necessidade de construção de uma nova identidade para a escola de ensino fundamental, que busque a reparação de direitos historicamente negados, reconhecendo os recortes social, de gênero e étnico;

3.O reconhecimento das especificidades dos sujeitos, em suas diferentes vivências, trajetórias escolares, tempos de aprendizagens e espaços formativos;

4.As dimensões de formação da infância, juventude e vida adulta, compreendendo os universos da família, escola, comunidade, cidade, trabalho, memória e cultura.

Descrição: Já está em funcionamento na rede municipal de ensino de Vitória o Programa Educação em Tempo Integral na educação infantil e no ensino fundamental, que acontece em parceria com todas as dez secretarias da área social da Prefeitura de Vitória, com a Universidade Federal do Espírito Santo -UFES e a Faculdade Integrada São Pedro - FAESA.

Na Educação Infantil, o programa foi implementado no ano passado (2006), pelo fato de a educação infantil em Vitória atender apenas 4 horas diárias, em dois turnos. A partir da gestão do PT, 15% dos alunos de seis meses a três anos passaram a ser atendidos 8 horas nos próprios CMEIs e os alunos de quatro a seis anos pelo Projeto Brincarte, em parceria com ONG´s. Já para os alunos do Ensino Fundamental de 1ª a 7ª séries, o horário integral abriu suas portas no primeiro semestre de 2007, beneficiando 160 crianças e adolescentes matriculados em quatro escolas da região de São Pedro – as EMEFs Tancredo de Almeida Neves, Maria Stella de Novaes, Maria José Costa Moraes e Rita de Cássia Oliveira.

O Programa Educação em Tempo Integral no Ensino Fundamental caracteriza-se por duas modalidades distintas e complementares: o pré-médio e o atendimento aos alunos de 1ª a 7ª séries que passam a ter atividades no contraturno da escola, de segunda a sexta feira, em diferentes espaços públicos da cidade.

No projeto Pré-Médio, participam todos os alunos matriculados no Ensino Noturno e nas 8ª séries diurnas das escolas do sistema municipal, totalizando 2000 alunos que freqüentam aulas, após o turno regular, para revisarem os conhecimentos do Ensino Fundamental e, desta forma, serem motivados a prosseguirem os estudos no Ensino Médio.

Os alunos atendidos de 1ª a 7ª séries são selecionados pelas escolas de origem e passam a permanecer na escola após o seu período normal de aula para realizarem outras atividades no contraturno. São atividades diversificadas desenvolvidas em espaços fora da escola. A Secretaria Municipal de Educação garante transporte e coordenador que acompanha os alunos até aos locais de realização das atividades. Os participantes do horário integral tem 8 horas de atividades diárias.

A Educação em Tempo Integral de 1ª a 7ª séries oferece oficinas de teatro, música, dança, xadrez, orientação profissional, práticas esportivas realizadas após a jornada regular. As oficinas são oferecidas por todas as secretarias parceiras do Programa.

Agora, a Secretaria de Educação de Vitória (Seme) se prepara para ampliar o número de escolas e de alunos beneficiados. Para isso, está firmando parcerias com a Faculdade Integrada São Pedro (Faesa), em São Pedro, e a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), no Campus de Goiabeiras, o que possibilitará o atendimento das demais escolas da Grande São Pedro, totalizando 880 alunos. Ainda este ano (2007), o projeto será estendido para as regiões de Maruípe, Centro e Santo Antônio.

Situação atual:
1.1000 alunos na educação infantil de 6 meses a 3 anos sendo atendidos em tempo integral;

2.aproximadamente 1000 alunos atendidos no Projeto Brincarte até final de 2007;

3.2000 alunos de 8ª série sendo atendidos no contraturno do horário normal de aula;

4.320 alunos de 1ª a 7ª séries de 4 escolas da região de São Pedro sendo atendidos. Mais sete escolas serão integradas em meados de agosto, totalizando mais 560 alunos da região de São Pedro;

5.Até outubro de 2007, mais três regiões iniciarão o tempo integral, totalizando aproximadamente mais 3000 alunos de 7ª a 8ª séries incluídos no Programa.

Órgão responsável: Secretaria de Educação

Implementado em: a partir de 2006 – educação Infantil e de 2007 – ensino fundamental

Fonte: Secretaria da Educação

Nº de habitantes: 300 mil

Orçamento do município: 700 milhões (200 milhões de dotação para a educação)

Tel / Fax:
027 3135 1001
E-mail: tbcravo@vitoria.es.gov.br
Site: www.pmv.es.gov.br
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FONTE: PORTAL DA FUNDAÇÃO PERSEU ABRAMO
http://www2.fpa.org.br
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Escola de Tempo Integral

O programa visa atender crianças e adolescentes de determinadas regiões do Estado em torno de uma proposta pedagógica que responda às necessidades básicas dos alunos das escolas públicas estaduais. As Escolas de Tempo Integral passam a oferecer, além de uma educação de qualidade no turno regular, oficinas pedagógicas no turno inverso, atendendo os estudantes de forma completa. Além de profissionais capacitados e materiais didáticos, cada estudante recebe no mínimo três refeições diárias, garantindo melhores condições para o seu aprendizado. O programa é destinado a crianças e adolescentes de baixo poder aquisitivo, oportunizando-lhes uma maior qualidade de ensino, na medida em que são trabalhados em todas as áreas do conhecimento, ampliando, com metodologias diversificadas, os conteúdos da base curricular.
A essência do projeto é a permanência da criança e do adolescente na escola, assistindo-o integralmente em suas necessidades básicas e educacionais, ampliando o aproveitamento escolar, resgatando a auto-estima e capacitando-o para atingir efetivamente a aprendizagem, sendo alternativa para redução dos índices de evasão, de repetência e de distorção idade/série.
É a escola pública o tempo todo ao lado da comunidade.

Objetivos

  • Manter os estudantes com atividades, no instante em que os pais estão buscando o sustento da família no mundo do trabalho;
  • Educar os alunos para o pleno exercício da cidadania, orientando-os para a vida;
  • Criar hábitos de estudos, aprofundando os conteúdos vivenciados no turno regular;
  • Vincular as atividades pedagógicas às rotinas diárias de alimentação, higiene, recreação e estudos complementares;
  • Orientar, com auxílio de profissional competente, pais e educandos da importância de cultivar bons hábitos alimentares e de higiene;
  • Suprir a falta de opções oferecidas pelos pais no campo social, cultural, esportivo e tecnológico;
  • Desenvolver as habilidades do educando desde o cultivo da terra à eletrônica, levando em consideração sua origem ou procedência, bem como suas tendências e habilidades;
  • Possibilitar aos estudantes, oriundos de famílias de baixa renda, ambiente adequado e assistência necessária para a realização de suas tarefas;
  • Incentivar a participação responsável da comunidade, buscando, através do seu engajamento no processo educacional, diminuir as desigualdades sociais e, conseqüentemente, reduzir os altos índices de violência;
  • Promover ampliação e humanização do espaço da sala de aula;
  • Adaptar à realidade econômica de cada região com a diversificação de culturas, visando à transformação qualitativa das estruturas produtivas já existentes;
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FONTE: SITE DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO RIO GRANDE DO SUL
http://www.educacao.rs.gov.br/pse/html/escola_tempo_integral.jsp?ACAO=acao1
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Escola de Tempo Integral

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O Projeto Escola de Tempo Integral é uma ação que nasceu de uma experiência feita dentro do projeto Escola Viva, Comunidade Ativa: o Aluno de Tempo Integral. O projeto tem como objetivo elevar a qualidade do ensino, ampliar a área de conhecimento do aluno, reduzir a possibilidade de reprovação e promover o atendimento do aluno com defasagem de aprendizagem, visando a ampliação do universo de experiências artísticas, culturais e esportivas, com extensão do tempo de permanência do aluno no ambiente escolar.
O Aluno de Tempo Integral foi implantado em 2005 nas escolas participantes do Projeto Escola Viva, comunidade Ativa e expandido para outras escolas da rede estadual em diversos municípios. No projeto, o aluno freqüenta as aulas em um turno, e participa de atividades complementares em outro.
O diferencial do projeto é a matriz curricular que envolve a linguagem e matemática, arte e cultua e formação social. O projeto beneficia cerca de 106 mil alunos, de 1.790 escolas em 550 municípios. A meta para 2008 é atender 110 mil alunos e a expectativa para 2011 é atender 205 mil alunos.  Em 2007, foram investidos R$ 22,6 milhões e, em 2008, serão R$ 31,3 milhões.
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FONTE: SITE DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE MINAS GERAIS
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Teologia e Libertação II




Fórum Social Mundial 2010 será descentralizado

Após dez anos de atividades, o Fórum Social Mundial (FSM) retornará a cidade brasileira de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, onde aconteceu a primeira edição, para realizar o seminário internacional "10 Anos depois: desafios e propostas para um outro mundo possível". Apesar do seminário e de outras atividades do Fórum ocorrer na cidade gaúcha, a 10ª edição do FSM terá uma programação descentralizada durante todo o ano de 2010. No Brasil, está prevista edição do evento também em Salvador (BA).

No próximo ano, as discussões das atividades se centrarão nas várias dimensões da crise mundial: econômica, política, social, ambiental, alimentar, civilizatória e cultural. Para comemorar e debater os dez anos de FSM, uma programação diferente está sendo preparada para a próxima edição. Ao contrário dos anos anteriores, o Fórum não será único e centralizado, mas terá programação ao longo de 2010 em diversas partes do mundo.

Entre os dias 25 e 29 de janeiro, por exemplo, acontecerá em Porto Alegre o seminário internacional "10 anos depois: desafios e propostas para um outro mundo possível". Além do balanço de dez anos do Fórum, o seminário debaterá sobre a atual conjuntura mundial, os elementos de uma nova agenda e a sistematização de questões e contribuições para o processo do FSM.

O evento contará com a participação de pesquisadores e ativistas nacionais e internacionais, tais como: Boaventura de Souza Santos, de Portugal; David Harvey e Immanuel Wallerstein, dos Estados Unidos; e Francisco Whitaker e João Pedro Stédile, do Brasil. O "Fórum Social 10 Anos Grande Porto Alegre" ainda terá atividades autogestionadas em Porto Alegre e região metropolitana (Canoas, Sapucaia, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Campo Bom e Sapiranga).

Como todos os anos, o Acampamento Internacional da Juventude também fará parte do evento. Na 10ª edição, o Acampamento está marcado para acontecer entre os dias 18 e 28 de janeiro, em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul.

Além dessas, outras ações já estão programadas para acontecer durante todo o ano de 2010 como parte das atividades da 10ª edição do FSM. De 22 a 29 de janeiro, ocorrerão em Santa Maria e em Canoas, também no Rio Grande do Sul, o I Fórum Social e a I Feira Mundial de Economia Solidária. Entre os dias 26 e 28 do mesmo mês, a cidade gaúcha de São Leopoldo sediará o Fórum Mundial de Teologia e Libertação.

A programação não se resumirá somente às cidades sulinas. De 29 a 31 de janeiro, Salvador, na Bahia, realizará o Fórum Social Temático da Bahia. Já entre os dias 22 e 26 de março, o Rio de Janeiro será palco das Ações pelo Direito à Cidade, durante o Fórum Mundial Urbano, promovido pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Outros Fóruns Sociais também estão programados para o decorrer do ano em diversos países, como o Fórum Social Madri 2010, na Espanha; o Fórum Social Tcheco, na República Tcheca; o Fórum Social das Américas 2010, no Paraguai; e o Fórum Social de Educação, na Palestina. A ideia do FSM 2010 é promover análises, propostas e experiências dos participantes dos diferentes locais para reunir todas no próximo Fórum Social Mundial centralizado, que acontecerá em 2011 em Dacar, no Senegal.

Mais informações em: http://www.forumsocialmundial.org.br

Fonte: Adital
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Extraido do Portal Vermelho
3 de Dezembro de 2009 - 17h33
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***É muito gratificante saber que pessoas, movimentos, fóruns e entidades sérias estão discutindo Teologia de uma uma forma madura e competente, com o foco voltado para as questões Sociais, Antropológicas e Ambientais, entre outros fatores que permeiam a Problemática Social, Planetária e evidentemente Humana. A Teologia não pode, e nem deve ser "espiritualizada" e dogmatizada simplesmente como um assunto que  pertence única e exclusivamente as igrejas.